O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE/PB), afirmou que o pedido de auditagem das urnas eletrônicas foi feito pelo PSDB ainda no final de 2014 e que o próprio partido escolheu as zonas, sessões e urnas que seriam auditadas.
A auditagem foi realizada na quarta-feira, 15 e na quinta-feira, 16. Inicialmente o partido requereu que fossem inspecionadas 15 mil urnas espalhadas em todos os estados da federação, mas o próprio partido achou o número demasiado e baixou para 1088. Na Paraíba foram indicadas 40 urnas. 22 em Campina Grande, 6 em João Pessoa e as demais espalhadas pelos demais municípios. Elas correspondem a 0,09% das urnas existentes no estado.
Questionado sobre um partido político requerer as urnas a serem auditadas, o presidente afirmou que foi feito um pedido formal perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele lembrou também que não há um motivo específico para o pedido de auditoria. “O partido estava apenas insatisfeito com o resultado, pediram para fazer a alferição. É democrática e legítima qualquer partido pode pedir”, explica.
Alves também destacou que esse processo já foi feito anteriormente e o presidente à época colocou a disposição de todos e o resultado deu negativo. “Em particular eu considero a urna como um exame de DNA, pode ser violada, mas tem que haver no mínimo a conivência de 10 pessoas, incluindo juízes eleitorais e até o presidente do Tribunal”, lembra
O presidente afirmou que a auditoria é feita pelos peritos que inicialmente fazem a verificação se houve uma violação de lacres e depois interna com o flash card, os dados dos eleitores, isso será enviado e decidido pelo TSE.
Marília Domingue
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