MPE: Defesa de Cícero aguarda citação, mas diz que está confiante na improcedência da ação

 

A defesa do prefeito eleito de João Pessoa Cicero Lucena (PP), se pronunciou no final da noite de ontem (04), sobre o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) de cassação da chapa composta ele e Leopoldo de Araújo Bezerra Cavalcanti (Cidadania), prefeito e vice da capital, pelo suposto uso de professores da rede estadual de ensino para beneficiamento de campanha, no segundo turno das eleições municipais de 2020. Segundo a nota, como ainda não houve a citação para apresentação da defesa, não se conhece os termos da acusação veiculada pelo Ministério Público Eleitoral, mas que está confiante na lisura da condução da sua campanha e na improcedência da ação.

Veja a nota:

Em virtude de notícias veiculadas na imprensa local no dia de hoje a respeito do ajuizamento de ação eleitoral contra Cícero Lucena Filho por supostas irregularidades na sua recém exitosa campanha, a defesa do Prefeito eleito esclarece que como ainda não houve a citação para apresentação da defesa, não se conhecem os termos da acusação veiculada pelo Ministério Público Eleitoral.
Respeitando-se o posicionamento da i. subscritora da acusação e cientes da mais absoluta lisura na condução da campanha, confia-se na total improcedência da ação, de modo que a soberania da majoritária votação popular será preservada.
Pedro Pires (OAB/PB 11.879)

Entenda o caso – Cícero Lucena e Leo Bezerra, como é mais conhecido o vice-prefeito, foram eleitos em João Pessoa no dia 29 de novembro de 2020, com 185.055 votos, o que corresponde a 53,16% dos votos válidos do pleito.

Conforme a ação de investigação judicial eleitoral (AIJE), protocolada no dia 16 de dezembro do ano passado, Wleica Honorato Aragão Quirino, Gerente da 1ª Gerência Regional de Ensino do Governo do Estado da Paraíba, “teria utilizado professores de escolas estaduais, durante o horário de normal expediente, para realização de pesquisas de intenção de voto”.

PB AGORA


BORGES NETO LUCENA INFORMA