Barra Torres diz que não houve ‘preciosismo’ da Anvisa ao negar pedidos da Sputnik e da Covaxin

 

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Barra Torres, afirmou em depoimento à CPI da Pandemia nesta terça-feira (11), que não houve preciosismo da agência ao negar os pedidos de importação das vacinas Sputnik V e Covaxin.

Barra Torres afirmou que as duas vacinas não apresentaram a documentação necessária para obter o aval da Anvisa. Ele ressaltou que, assim que os responsáveis pelos imunizantes apresentarem as informações requeridas, as vacinas devem ser liberadas.

O relator, Renan Calheiros (MDB-AL), quis saber se houve “preciosismo” da agência. “Não. Em absoluto”, respondeu Barra Torres.

O presidente da Anvisa afirmou ainda que a Índia, país de origem da Covaxin, costuma responder rápido sobre pedidos de esclarecimentos de agências reguladoras.

“A Índia tem um tradição de responder rápido a esses apontamentos, e o Ministério da Saúde tem feito reuniões com a Anvisa a respeito desse novo pedido de importção, para que essas discrepâncias sejam sanadas. E acreditamos que nos próximos dias pode haver novo pedido por parte do ministério”, disse Barra Torres.

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