Sérgio Queiroz fala da pré-campanha, defende voto em Bolsonaro e alianças na PB

 

Pré-candidato ao Senado Federal pelo PRTB na Paraíba, o pastor Sérgio Queiroz concedeu uma entrevista ao programa Hora H, da Rede Mais Rádios desta segunda-feira (25), na qual explicou os motivos para votar pela reeleição do presidente Jair Bolsonaro, nas eleições deste ano.

Na conversa, o procurador nacional da Fazenda fez sua avaliação pessoal do Governo Federal, disse que o presidente acertou mais do que errou, e opinou sobre temas recorrentes na política como o fim da reeleição e a possibilidade de candidaturas avulsas.

Confira trechos da entrevista ao jornalista Heron Cid:

Avaliação do governo federal

– Olhando para a benevolência do governo com os estados durante a pandemia… não faltou nada, não faltou dinheiro, não faltou respirador. Mesmo o presidente tendo ressalvas pessoais contra a obrigatoriedade da vacina, a vacina foi colocada em todos os postos do Brasil. Eu vi, como servidor público há 30 anos, uma série de mudanças importantes e que precisam continuar acontecendo. Eu chancelaria o que de fato estava acontecendo fora das narrativas que foram criadas na pandemia. É muito difícil avaliar uma pessoa por apenas o que ela diz, mas a partir do que tem sido feito. Como sou um técnico, entre erros e acertos, acho que o governo acertou muito mais e tem meu voto de confiança para sua continuidade.

Fim da reeleição

– Precisamos de uma distribuição mais técnica de recursos de emenda. Hoje o sistema de emendas, quer seja do Orçamento Geral da União ou do Orçamento Secreto é uma máquina de reeleição. É uma máquina de perpetuar eleição. O Brasil tem essa essência de ser contraditório. Nosso sistema é um sistema onde a classe política se torna uma aristocracia política e uma aristocracia muitas vezes econômica. Sou a favor de bons salários, mas será que não tem nada para cortar na carne?

Candidaturas avulsas

– Eu acredito que a democracia, num sentido amplo, pode se valer de um partido. Mas do jeito que há autônomos na vida privada, há aquele que quer ser funcionário de si mesmo, há aquele que entra numa sociedade limitada, há aquele que compra ações em uma sociedade anônima, aquele que escolhe se filiar a um sindicato. O Brasil precisa urgentemente aprovar uma via paralela para garantir a cidadania política através das chamadas candidaturas independentes. No sistema atual que os partidos privatizam a democracia, o partido é um mal necessário.

Veja a conversa completa em vídeo:

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BORGS NETO LUCENA INFORMA