PF integra esquema de segurança da campanha de Lula e explica que petista é classificado como nível de risco máximo

 


 A Polícia Federal (PF) classificou a situação de Lula como nível de risco máximo de segurança, em uma escala de 1 a 5, devido às ameaças que sofre,  e por isso, segue fazendo a segurança do ex-presidente na campanha eleitoral.

A informação foi publicada na coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. 

Segundo ela, o acordo sobre o esquema de proteção a Lula foi fechado na sexta-feira (22), um dia depois da homologação dele como candidato pelo PT à Presidência da República. Os policiais passaram a atuar no mesmo dia.

No acordo, a PF assinou um protocolo com a campanha de Lula e o ex-presidente terá que ser acompanhado todos os dias por uma segurança reforçada em atividades rotineiras e em todos os eventos que for.

Três delegados da corporação integram o esquema de segurança de Lula. São eles: Andrei Augusto Passos Rodrigues, Rivaldo Venâncio e Alexsander Castro Oliveira. O esquema pode, ainda, reunir dezenas de policiais, porém o número total de agentes empregados na ação é sigiloso.

Rodrigues, que será o coordenador da equipe, fez a segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010.

Além da PF, Lula também tem proteção de agentes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) porque foi ex-presidente da República.

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