Nilvan defende redução de impostos e diz que não vai negociar ‘cargos técnicos’

 

O candidato ao Governo da Paraíba pelo PL, Nilvan Ferreira, encerrou a semana de sabatinas do programa Hora H, da Rede Mais Rádios, para as Eleições 2022. O radialista sustentou a ideia de reduzir impostos, enfatizando a diminuição da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviço (ICMS) feita pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

“A gente tem que acabar com essa história de Governo rico e povo pobre. Nós temos que ter a lógica de que o Estado precisa tomar posições para transformar esse Estado em ambiente de negócio. Você não pode concentrar a arrecadação de um Estado somente num ramo do setor produtivo, porque você termina matando outras segmentações que estão ali de forma paralela, acoplada a isso”, disse Nilvan.

“Se eu economizo por mês, hoje, R$ 400 de combustível por conta da redução de imposto, eu vou gastar esse dinheiro aonde? Eu vou botar debaixo da cama, no colchão? Não […] A economia diz isso, o que sobra aqui com a redução dos impostos no cidadão, a economia que ele tá fazendo ele vai comprar no barzinho, vai comprar o frango, mais arroz, uma roupa nova e termina eu tirando dessa concentração e jogando em outras segmentações do setor produtivo”, completou.

Candidato pelo campo da direita, Nilvan Ferreira minimizou os atritos entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele alegou que o conflito “é normal dentro da política e que não afetou sua campanha em nada”.

“A direita tem suas formas de se comportar na hora de discutir as coisas, a gente procura tirar tudo que for possível nas discussões, nos argumentos. A gente não evita o debate das ideias. Talvez seja por isso que as pessoas não entendem e acham que está acontecendo uma guerra, e não tá. Eu, como já conheço como funciona, pra mim não perturba. Eu saí da reunião naquele dia, depois da confusão, fui fazer campanha em outro canto e não me afetou em absolutamente nada”, ressaltou o candidato do PL.

Além disso, Nilvan reforçou que um eventual mandato será “técnico” e não negociará cargos para nenhum dos partidos, incluindo sua própria legenda. “Eu vou logo dizer: saúde, educação, finanças, administração, planejamento, ação social, Cagepa e Detran, Nilvan não negocia. É gente técnica. Eu vou fazer um Governo técnico”.

Leonardo Abrantes – MaisPB


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