Representantes dos hospitais públicos de Campina Grande se reuniram ontem (27) com os vereadores da Câmara Municipal para discutir os atrasos nos repasses e emendas destinados às instituições.
No Hospital da FAP (Fundação Assistencial da Paraíba), 92% dos fundos vêm do SUS, e a ausência desses repasses tem piorado a condição financeira, colocando em risco a continuidade dos serviços, assim como em outras instituições hospitalares.

O presidente da FAP, Derlópidas Neves, espera que, com a intermediação dos vereadores, as conversas avancem. “Estamos esperando um posicionamento da Prefeitura para que a gente possa ter uma resolutividade, para que a gente possa buscar uma solução para o que estamos vivendo nos hospitais”, declarou.
Depois da reunião, o vereador Saulo Germano, presidente da Câmara, se comprometeu a procurar esclarecimentos junto à Prefeitura de Campina Grande e às secretarias responsáveis, a fim de prevenir danos à população.
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“Estamos aqui para procurar soluções que vamos levar até o prefeito. Já falei com o secretário hoje e ele já se comprometeu a se reunir conosco. E agora vamos dar o próximo passo, juntamente com os vereadores, para ver se temos uma reunião com o prefeito”, declarou o vereador.
Crise nos hospitais
Os hospitais que oferecem serviços complementares ao Sistema Único de Saúde (SUS) em Campina Grande enviaram um aviso oficial à Secretaria Municipal de Saúde, sinalizando preocupações sobre possível colapso no atendimento médico na localidade.
Segundo os hospitais, os atrasos de repasses, bem como a ausência de soluções concretas, estão levando as unidades ao limite operacional. Isso afetaria os atendimentos de urgência e as internações, além de cirurgias, exames e tratamentos especializados, como serviços de Média e Alta Complexidade.
CLICKPB
BORGES NETO LUCENA INFORMA





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