Um grupo de vereadores denunciaram, nesta quinta-feira (15), a falta de energia elétrica há 5 dias no Hospital Veterinário de João Pessoa e pediram intervenção de outros órgãos.
Como visto pelo ClickPB, em um vídeo divulgado nas redes sociais, um grupo composto por 5 parlamentares aparece com lanternas de aparelhos celulares ligadas dentro do prédio do Hospital, localizado no Bairro dos Estados.
Os vereadores reclamaram da falta de energia, que deixou o Hospital às escuras. Segundo eles, cirurgias em animais estavam sendo realizadas mesmo com o fornecimento elétrico interrompido.
Na gravação aparecem os vereadores Jailma Carvalho (PSB), Milanez Neto (MDB), Fábio Carneiro (Solidariedade), Marcos Henriques (PT) e Guga Pet (Progressistas).
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De acordo com Milanez Neto (MDB), “o Hospital Veterinário continua no escuro, sem energia elétrica. O caos continua e até agora, cinco dias sem energia, em um Hospital público da causa animal de João Pessoa. E ainda dizem que gostam de animais. Na verdade, esta gestão está fazendo o mal a todos os animais da nossa cidade”.
Segundo Fábio Carneiro (Solidariedade), “já tomamos as providências necessárias desde ontem junto ao Ministério Público Federal, ao Conselho de Medicina Veterinária, como também ao Ministério Público do Trabalho, que precisa intervir aqui de forma imediata, para coibir o que está ocorrendo no dia a dia do Hospital Veterinário. Não teremos medo de combater o que é os maus-tratos, que não estão lá fora, mas sim aqui dentro do Hospital”.
O vereador Guga Pet (Progressistas) completou: “não vamos admitir, pois lutamos tanto por um investimento em política pública da causa animal termine dessa forma. Iremos continuar fiscalizando e pedindo ao Ministério Público e todas as autoridades que possa nos auxiliar, pois isso não iremos aceitar. Os animais não tem voz, mas tem quem tenha voz por eles e vamos continuar lutando para que esse Hospital volte a funcionar”.
Ainda no vídeo, Milanez Neto completou que “a temperatura está mais de 40° C aqui dentro e ontem tinham animais sendo ‘cirurgiados’ dentro desse centro cirúrgico que está fechado”.



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