A retomada dos trabalhos da Câmara Municipal de Bayeux não foi nada tranquila. A sessão chegou a ser suspensa após um forte mau cheiro se espalhar pelo local. Os vereadores, a exemplo de Adriano do Táxi, acusaram a presidente da Câmara de falta de ética e de usar mau cheiro como manobra política para interromper os debates.
“Foi utilizado no ambiente do plenário um spray de odor extremamente desagradável, disseminado pelo sistema de ar-condicionado, o que causou constrangimento e falta de ar aos vereadores presentes, deixando o ambiente impróprio para a continuidade das atividades legislativas. Tal situação ultrapassa os limites do aceitável no exercício da função pública”, disse Adriano do Táxi.
Ele relatou que durante os trabalhos legislativos, a Presidente, Jays de Nita, deixou o plenário em meio à sessão, sem proceder à devida transmissão da Presidência ao substituto regimental.
“O Regimento Interno é claro ao estabelecer que compete ao Presidente presidir as sessões, manter a ordem, zelar pelo prestígio e pelo decoro da Câmara, bem como cumprir e fazer cumprir suas normas. A condução da Mesa não é faculdade, mas dever institucional. A ausência sem a formal substituição compromete a regularidade dos trabalhos e afronta a liturgia parlamentar que sustenta o funcionamento democrático desta Casa. O Parlamento é espaço de debate firme, inclusive de divergências, mas jamais pode ser palco de atitudes que atentem contra o respeito institucional e a dignidade dos seus membros” disse.
CLICKPB
BORGES NETO LUCENA INFOMRA


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