Ex-companheira de Jonathan indica que ele não matou Patrícia sozinho e há outros envolvidos

 

Maria Júlia, ex-companheira de Jonathan Henrique, principal suspeito do assassinato da jovem Patrícia Roberta, amiga de infância que veio de Caruaru, em Pernambuco, para João Pessoa para visitá-lo, em entrevista exclusiva ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta quinta-feira (29), disse acreditar que Nathan não cometeu o crime sozinho e que existem outras pessoas envolvidas no caso.

Ela citou que não há como afirmar, porém, existem indícios. “Eu não posso afirmar que ele matou, mas ele está envolvido e tem mais gente envolvida nisso também”, afirmou Maria Júlia.

Confira os principais trechos da entrevista concedida ao comunicador Samuka Duarte:

Medida protetiva
“Minha mãe tinha medo de que alguma coisa acontecesse comigo e hoje existe uma medida protetiva contra ele”.

Uso de drogas e agressões
“Ele já fumou maconha na minha frente. E sim [agressão], quando a gente se separou ele quebrou meu celular, notebook. Me jogou no chão, quis me bater como se fosse contra um homem”.

Livros de mágia negra encontrada no apartamento
“Sim. Ele curtia ler esses livros de ocultismos. Os livros são dele”.

Conversas com Patricia e Ida de Jonathan para o Pernambuco
“Ele vivia elogiando, chamando ela para sair, dizendo que ela era bonita. Ele já foi muitas vezes para Caruaru, mas ela, pelo meu conhecimento, foi a primeira vez”.

Relações com outras pessoas
“Ele me traia com outras mulheres e uma trans. Tive um relato também de uma menina que afirmou que estava grávida e abortou”.

Sustento financeiro
“Já cheguei a perguntar, mas ele nunca revelou de quem recebia, mas sim, ele era sustentado por alguém”.

Filhos
“Ele tem outros filhos, mas nunca assumiu. Ele tem uns três filhos. A Sofia é a mais velha”.

Relato do que o pai fez a filha
“Não é necessário ela saber o que o pai fez agora. Porém, atualmente, eu só digo que ele tá viajando, não vejo necessário ela saber do que aconteceu agora”.

Perfil que Nathan e atração
“Nathan sempre teve um bom papo, tinha assunto sobre tudo. Fisicamente ele já foi atraente. Ele sempre foi de conversar, perguntar se estava bem, ele influenciava muito. Eu sentia um amor muito forte, hoje, eu sinto raiva e nojo.”

Recado para Nathan
“Esse é o exemplo que você quis dá para a sua filha? Eu diria isso, sem medo, foi uma vida que ele tirou e isso não pode ficar assim.”

PARAÍBA.COM


BORGES NETO LUCENA INFORMA