Secretário aponta gestão fiscal equilibrada durante pandemia e garante pagamento em dia de servidores até dezembro

 

“O que posso dizer é que temos uma gestão fiscal equilibrada, vamos pagar até o final do ano tudo em dia, com certeza 13° em dia e no próximo também, o servidor pode ficar tranquilo”.  A declaração é do secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, ao fazer balanço sobre as contas públicas do Governo da Paraíba diante do impacto econômico gerado pela pandemia da Covid-19.

Segundo o titular da pasta, durante entrevista exclusiva ao programa Rede Verdade, do Sistema Arapuan de Comunicação nesta terça-feira (14), mesmo com a crise gerada pela pandemia, a equipe do Governo do Estado fiscal-tributário tem se preparado para garantir os compromissos de folha do funcionalismo público, inclusive com o pagamento da segunda parcela do 13° salário.

Ele destacou ainda que durante toda a pandemia, houve dialógico com o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, para atender as demandas da pasta com prioridade em salvar vidas, como também preparação da própria equipe para tratar da economia. Marialvo pontuou que essa preparação trouxe equilíbrio financeiro, inclusive, para manter a agenda de concursos públicos.

Questionado sobre reajustes de salários no funcionalismo público, o secretário da Fazenda lembrou que já houve negociação com algumas categorias, como por exemplo os da segurança pública, porém, ele destacou que existem pendências que não partem do Governo do Estado e que estão em tramitação no Congresso, a exemplo dos professores que não tiveram o novo piso salário definido.

“A questão de realização de concursos é prioridade do nosso governador, se fizer um recorte, ele é o mais fez nos últimos anos. No último domingo teve o Fundação Saúde com o intuito de regularizar os prestadores de serviço da saúde. Se tem um governo que vai regularizar essa situação, é o nosso. Agora tem muitas pendências [repasses] dentro do Congresso onde os estados estão aguardando, dentro do Poder Judiciário também”, disse.

“Existe uma legislação federal, por exemplo, e que os estados estão querendo alterar, com relação ao reajuste dos professores. Se você observar, no começo do ano tem reajuste do salário mínimo, dos professores, e esse índice do piso, onde o governador sempre bancou o piso, ao contrário de outros estados, mas esse ano está muito alto e está se discutindo dentro do Congresso qual seria o piso do magistério e temos que aguardar essa posição”, explicou Marialvo.