Procon-CG: Pesquisa constata que preços de pescados variam até 300,14% e de ovos de chocolate chegam até 40,69% na Semana Santa


 O Procon de Campina Grande divulgou nesta terça-feira (12), uma pesquisa de preços para a Semana Santa com dois produtos que, tradicionalmente, são os mais procurados pelos consumidores neste período: os pescados e ovos de chocolate. De acordo com o estudo, a variação de preços dos pescados pode chegar aos 300,14% e dos ovos de chocolate até 40,69% em pelo menos 20 estabelecimentos comerciais do município.

Segundo o coordenador do Procon Municipal, Saulo Muniz, a coleta de preços dessa pesquisa foi realizada pela equipe do órgão na semana passada, entre os dias 05 a 08 deste mês. O estudo reúne preços de 17 tipos de pescados e 36 modelos de ovos de chocolate de marca e cinco de produções caseiras.

“O objetivo desse trabalho é de auxiliar os consumidores na hora das compras, possibilitando que encontrem preços vantajosos com mais facilidade em Campina Grande”, ressaltou Muniz. Ele lembra que o órgão também faz pesquisas mensais de preços de combustíveis, água, gás, medicamentos e da cesta básica, além das datas comemorativas como essa da Semana Santa e a Black Friday.

Pescados e chocolates

Na pesquisa do Procon-CG, referente aos preços dos pescados, os valores correspondem ao quilo do produto inteiro, do filé, em posta e do bacalhau, cujos valores apresentam variações entre 0,11% até 300,14%. Com isso, a maior variação foi registrada no preço do peixe dourado, cujo menor valor cobrado é de R$ 21,99 e o maior R$ 66,00, dependendo do estabelecimento comercial. Já a menor variação de preço foi identificada no peixe salmão (0,11%), com valores que variam de R$ 79,90 até R$ 79,99.

Já a pesquisa de preços de ovos de chocolate de marca contemplou os mais populares, vendidos no mercado campinense (Nestlé, Lacta, Garoto e Delatte) e os de produção caseira, com pesos de unidades que variam entre 50g e 560 gramas. Os valores variam desde R$ 2,99 até R$ 89,99, dependendo do peso, modelo e do estabelecimento comercial onde está o produto. Para conferir todos os dados deste estudo do Procon-CG, basta acessar o site do órgão.

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