Reitor da UFPB diz que não houve cortes por parte do MEC e o que existe é uma previsão de contigenciamento


 O reitor da UFPB, Valdiney Gouveia, negou em entrevista ao ClickPB que o Ministério da Educação (MEC) tenha realizado corte de verbas na instituição de ensino. De acordo com o gestor, o que existe é uma "previsão de contigenciamento". Valdiney declarou que a comunidade acadêmica da UFPB pode ficar tranquila em relação ao funcionamento da instituição.

Segundo o reitor, não há perspectiva de paralisações de atividades. "De momento não tem nenhuma previsão de paralisar nada, nossas contas estão todas em dia, tudo organizado", explicou. O gestor detalhou que a medida tomada pelo governo federal já ocorreu em outras gestões e trata-se de uma ação de responsabilidade."É uma medida que se faz há muito tempo. Por exemplo os governos Lula e Dilma já fizeram, Temer. Todos os governos já fizeram é uma medida de responsabilidade", disse Gouveia ao ClickPB.

O professor também explicou que a instituição conta com o planejamento financeiro até o mês de janeiro do próximo ano. Segundo a UFPB, uma nota deverá ser publicada em breve sobre o caso.

Confira nota emitida pela instituição no início da tarde desta quinta-feira (06):

O contingenciamento anunciado pelo Governo Federal não é corte; é uma medida de responsabilidade fiscal, controlando gastos em razão de avaliação periódica de receitas, tendo a possibilidade de alcançar apenas o orçamento discricionário (i.e.., não afeta salários). Contudo, o Governo Federal já sinalizou que os recursos poderão ser liberados em breve. No caso da Universidade Federal da Paraíba, em razão das decisões acertadas em planejamento (Pró-reitoria de Planejamento) e execução (Pró-reitoria de Administração), o contingenciamento não afetará qualquer bolsa, assistência estudantil ou ações discricionárias previstas durante esse ano, incluindo os orçamentos dos Centros.

Prof. Valdiney Gouveia,

Reitor da UFPB

*atualizado às 12h44

CLICKPB



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