Operação da Polícia Civil e Gaeco desarticula esquema estadual de comercio ilegal de armas

 



 

A Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público, Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), deflagrou na manhã desta quinta-feira (16) a Operação Senhor das Armas, que visa desarticular esquema estadual de comércio irregular de armas. Oito mandados de prisão foram cumpridos e uma grande quantidade de armas de fogo e munições foram apreendidas.

De acordo com o delegado André Macedo, além dos mandados de prisão, foram cumpridos 15 mandados de busca apreensão na região metropolitana de João Pessoa. Duas pessoas foram presas em flagrante.

Até o momento, foram apreendidas 22 armas de fogo, mais de 3.500 munições, além de placas e coletes balísticos.

As investigações apontaram para uma organização criminosa responsável pela aquisição, adulteração, transporte e comercialização clandestina de armas de fogo, abastecendo inclusive integrantes de facções criminosas atuantes na Paraíba.

Ainda segundo apuração, os investigados eram divididos em várias funções, como intermediação das vendas, transporte clandestino, adulteração de armamentos e articulação com grupos criminosos interessados na aquisição do material bélico.

Durante o cumprimento das diligências, foram apreendidos materiais que serão submetidos à perícia para o aprofundamento das investigações.

Os investigados poderão responder, entre outros crimes, por comércio ilegal de arma de fogo, organização criminosa e adulteração de sinal identificador de arma de fogo, cujas penas podem ultrapassar dez anos de reclusão.

As investigações seguem andamento e podem resultar na identificação de novos envolvidos.

A operação contou ainda com o apoio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), do Grupo de Operações Especiais (GOE), do CANIL da Polícia Civil, da UNINTELPOL e de outras unidades da Polícia Civil, reunindo um efetivo aproximado de 100 policiais civis para o cumprimento das medidas judiciais.

CLICKPB



BORGES NETO LUCENA INFORMA

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