Ministério Público Federal vê ‘ineficiência ‘grave e dolosa’ de Pazuello com vacinas

 

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, retardou de forma deliberada o contrato com a Pfizer para fornecimento de vacinas contra à Covid-19 e aponta que as objeções feitas pelo governo federal às cláusulas contratuais não tinham nenhum respaldo “fático e/ou jurídico”.

As acusações constam de ação de improbidade administrativa ajuizada na semana passada contra Pazuello por uma equipe de oito procuradores da Procuradoria da República no Distrito Federal.

A ação lista uma série de irregularidades na gestão do ex-ministro, classificada de “gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética)”.

Para o MPF, as ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos, mas tiveram, como norte, outras opiniões, orientações e influências — internas e externas ao governo federal”.

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