O setor de DNA forense do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba realizou exames e confirmou a maternidade do corpo da criança recém-nascida encontrada em Caaporã proveniente do Hospital General Edson Ramalho.
A mãe do bebê é uma adolescente de 17 anos que escondeu a gravidez da família e do namorado por medo da reação dos pais.
O corpo da criança recém-nascida foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) que solicitou exame complementar ao IPC.
O corpo está custodiado no IML e disponível aos familiares para os procedimentos fúnebres.
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A mãe, menor de idade, foi submetida e exame de sanidade mental por determinação judicial e permanece apreendida sob a custódia do Estado.
Família não sabia sobre o bebê
O recém-nascido, que era do sexo masculino, foi encontrado na tarde do dia (19) no vão entre duas paredes, um espaço de aproximadamente 20 cm entre dois muros de 2,5m de altura. Ele foi encontrado por um vizinho que ouviu barulho de choro.

De acordo com o delegado Edernei Hass, responsável pelo caso, o vizinho em questão relatou ter ouvido um barulho semelhante ao grunhido de um gato, por volta das 6h40. Às 13h, ele e a esposa perceberam o som novamente e ele resolveu investigar. Ao subir no muro, ele avistou a criança, mas percebeu que não conseguiria retirá-la sem quebrar os tijolos, e foi aí que ele acionou as autoridades e o resgate foi realizado por uma equipe do Samu.
A jovem vinha tomando chás na tentativa de abortar o bebê. Na madrugada do dia 19, ela sentiu fortes dores e teve um parto prematura, sozinha, no banheiro de casa. Em seguida, ela enrolou o recém-nascido e deixou no local em que ele foi encontrado pela manhã.
A criança morreu por hipotermia e traumatismo.
CLICKPB
BORGES NETO LUCENA INFORMA



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