Mulher que teve cabeça raspada em exame toxicológico para CNH diz que laboratório na PB

 



Uma mulher denunciou uma suposta falha no exame toxicológico para emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em um laboratório de análises clínicas localizado em Sapé, na Zona da Mata paraibana.

Ela afirmou nas redes sociais que o estabelecimento se comprometeu a “ajudar com todos os danos”.

Inicialmente, Ana Karolina relatou nas redes sociais que o procedimento de coleta do material para o exame toxicológico, obrigatório no processo de emissão da CNH desde maio, teria sido feito de forma inadequada, com a retirada de duas grandes mechas de cabelo, uma na parte central da cabeça e outra na lateral. A candidata afirmou que a situação causou dor e afetou sua autoestima.

Em nota, divulgada após a repercussão do caso, o laboratório informou que fez uma apuração interna e identificou uma falha no procedimento. A empresa afirmou que a situação não representa os valores adotados pelo laboratório e pediu desculpas pelo ocorrido.

“Após apuração interna, identificamos que houve uma falha no procedimento, situação que não reflete os valores de cuidado, respeito e acolhimento que fazem parte da nossa história”, diz trecho da nota.

A exigência, que antes era aplicada principalmente às categorias C, D e E, passou a alcançar também os candidatos às categorias A, B e AB, como forma de comprovar que o futuro condutor não faz uso de substâncias psicoativas.

Redação

SSMulher que teve cabeça raspada em exame toxicológico para CNH diz que laboratório na PB

Uma mulher denunciou uma suposta falha no exame toxicológico para emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em um laboratório de análises clínicas localizado em Sapé, na Zona da Mata paraibana.

Ela afirmou nas redes sociais que o estabelecimento se comprometeu a “ajudar com todos os danos”.

Inicialmente, Ana Karolina relatou nas redes sociais que o procedimento de coleta do material para o exame toxicológico, obrigatório no processo de emissão da CNH desde maio, teria sido feito de forma inadequada, com a retirada de duas grandes mechas de cabelo, uma na parte central da cabeça e outra na lateral. A candidata afirmou que a situação causou dor e afetou sua autoestima.

Em nota, divulgada após a repercussão do caso, o laboratório informou que fez uma apuração interna e identificou uma falha no procedimento. A empresa afirmou que a situação não representa os valores adotados pelo laboratório e pediu desculpas pelo ocorrido.

“Após apuração interna, identificamos que houve uma falha no procedimento, situação que não reflete os valores de cuidado, respeito e acolhimento que fazem parte da nossa história”, diz trecho da nota.

A exigência, que antes era aplicada principalmente às categorias C, D e E, passou a alcançar também os candidatos às categorias A, B e AB, como forma de comprovar que o futuro condutor não faz uso de substâncias psicoativas.

PB AGORA


BORGES NETO LUCENA INFORMA

Comentários