A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB), com apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO/PB), deflagrou nesta quinta-feira (20) a Operação Octano, que investiga um esquema de desvio, armazenamento clandestino, adulteração e comercialização ilegal de combustíveis no estado.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão durante a operação.
Segundo as investigações, o esquema seria gerenciado por integrantes de uma facção criminosa com atuação na região, que obteriam vantagens financeiras por meio da cadeia clandestina de combustíveis, desde o desvio das cargas até a comercialização.
Combustíveis eram armazenados clandestinamente
Durante o cumprimento das medidas judiciais, as equipes encontraram grandes quantidades de combustíveis armazenadas de forma irregular, além de materiais relacionados à atividade investigada.

Grandes quantidades de combustíveis armazenadas de forma irregular achados durante operação (Foto: FICCO-PB/divulgação).
De acordo com a FICCO/PB, as diligências indicaram a existência de uma estrutura organizada responsável pelo abastecimento, armazenamento e distribuição clandestina dos produtos.
As investigações começaram a partir de levantamentos realizados pela Polícia Militar da Paraíba, que identificou os primeiros indícios do esquema. As informações foram repassadas à FICCO/PB, que aprofundou as apurações em conjunto com o GAECO/PB.
Operação tem relação com prisão em Cabedelo
A Operação Octano também está relacionada a uma ocorrência registrada na quarta-feira (19), em Cabedelo, quando quatro pessoas foram presas durante o descarregamento clandestino de combustível.
Segundo a investigação, um dos presos estava entre os alvos da Operação Octano e foi localizado durante a ação realizada no dia anterior.
A operação reúne forças de segurança que integram a FICCO/PB, com atuação conjunta no combate ao crime organizado e às atividades ilícitas relacionadas à comercialização clandestina de combustíveis.
MaisPB
BORGES NETO LUCENA INFORMA

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